Estava eu há uns bons anos atrás, sentado numa cadeira, e dei por mim sem absolutamente nada que fazer. Ora eu já nessa altura nutria uma enorme admiração pela obra do Mestre J.R.R. Tolkien e então pensei em fazer uma continuação para a sua mais aclamada obra, O Senhor dos Anéis, de que eu tanto gostara e gosto, de ler. Logo no dia seguinte pus as mãos ao trabalho. Escrevi até aos fins do 2ºCapitulo e aí desmotivei-me, ainda quando os hobbits encontraram Undur. Passaram quase dois anos até eu encontrar novamente a motivação necessária para continuar com a obra. Acabei o 2ºCapitulo, e com algumas críticas positivas dadas por amigos e familiares, decidi prosseguir com o livro até ao fim. A minha última ideia foi a de fazer este blog para poder divulgar a minha obra pelas demais pessoas que também apreciam a obra do Mestre, já que a página não deu o resultado previsto. Espero que gostem dos meus escritos e deixem cá a vossa opinião, para eu poder ir melhorando a minha história! Devagar se vai ao longe!!
Contact Me
|
|
|
 |
Sunday, September 21, 2003
Apresento perante vós o 2º Capitulo do meu livro LOTR 4!! :D
O capitulo trata essencialmente de viagens. A viagem de Gandalf e companhia e a do grupo de Bilbo até Mória. Alguma pergunta que vos ocorra, é só apitar!! :)
Livro VII
Capítulo II
"Viagens"
--Pippin, Pippin!--gritou Sam--Acorda, que já se fazem horas!
Sam, Merry e Bilbo já estavam de pé. Eram cerca de 6 horas da manhã. Estava uma bela manhã no Shire. A luz do Sol reluzia nas folhas douradas do jardim de Samwise. O jardim de Sam era o mais belo de todo o Shire. Tinha-lhe sido oferecido por Galadriel, dama de LothLórien, pela sua gentileza, enquanto lá alojado.
--Meriadoc, acorda-me esse Took idiota--gritou Bilbo, do fundo da rua--ainda temos que apanhar um saco de frutos para a viagem e despedirmo-nos das pessoas!
--Já lá vai, já lá vai!!--exclamou Merry, batendo levemente em Pippin--Acorda, meu idiota..Nem sei como te conseguiste tornar Cavaleiro de Gondor. Se Aragorn visse isto...
--Quem??Aragorn!!?Onde??!--exclamou Pippin, com ar sonolento--Quem falou em Aragorn?
--Fui eu, idiota..exclamou Merry--mas isso não interessa. tens de te por a pé. Temos uma longa viagem a percorrer até Mória.
--Mória!!? Desde quando é que vamos a Mória--exclamou Pippin--Ninguém me disse nada.
--Mas vamos e teremos oportunidade de rever Frodo, Aragorn, Gandalf, Gimli e Legolas--disse Merry.
Pippin levantou-se da cama a um salto e ouviu-se um estrondo no fundo da sala. Sam tinha caído da cadeira com o susto. Merry olhou na direcção de Sam por um segundo e quando dirigiu novamente o olhar para Pippin, este estava já todo vestido e dizia rapidamente--Estou pronto. Vamos!
E saiu da sala a correr como um raio, dirigindo-se a Bilbo
--Boa cura para a preguicite--disse sam, ainda abalado pela queda--temos de a usar mais vezes. Só daqui a alguns anos--respondeu Merry--quando Pippin quiser rever alguém.
--Também não me estou a queixar--comentou Sam--tenho bastantes saudades de Frodo e estou muito feliz por o poder voltar a ver. E aos outros também.
--Se Gandalf vier--disse Merry, com um ar suspeito--podemos tentar roubar um fogo de artifício. Não achas uma boa ideia?
--Merry!!--exclamou Sam.
--Está bem, está bem!! Estava só a brincar, não leves a sério--disse o outro.
--Bem, vamos ter com o Bilbo, que já estamos atrasados--disse Sam
Como Pippin fizera, Merry e Sam sairam disparados de casa. Merry corria na direcção de Bilbo enquanto Sam ficara para trás para trancar a porta. Pegou na chave, que estava no seu bolso, puxou a porta e Buumm...a porta estava fechada e trancada.
O único som que se ouvia na sala era o leve gotejar da torneira da cozinha de Samwise. Repentinamente, a lareira acendeu-se por si própria e começou a crepitar levemente. As labaredas da fogueira começaram a aumentar gradualmente até que a sala ficou cheia de uma luz vermelha-alaranjada muito forte. Uma cabeça indistinta começou a aparecer no meio da lareira. Era uma cabeça fantasma. Usava um elmo preto como o carvão das Minas de Mória e tinha dois olhos vermelhos vivos com íris pretas. De repente uma voz grossa e gélida disse: --Obrigado pelas informações, amigos. Era tudo o que eu precisava. Ouviu-se um riso forte e a cabeça desvaneceu-se do fogo. A sala voltou á sua cor normal: o escuro. O único som ouvido era novamente o gotejar da torneira estragada. A cabeça conseguira o que pretendia. Ninguém do Shire soubera do acontecimento.
****************
Sam, Merry, Pippin e Bilbo tinham acabado de apanhar os frutos para a viagem e estavam agora a despedir-se da gente do Shire. Bilbo queria por força não falar com os Bagginses de Vila do Saco, mas eles apareceram no meio da multidão e foi inevitável que se encontrassem, mesmo que Bilbo se tivesse escondido por detrás de uns sacos de farinha que estavam ali perto (o que aconteceu mesmo).
--Não te esqueças de me trazer recordações,--disse o Velhote, avô de Sam--pelo menos uma!
--Sim, avô, eu não me esqueço--respondeu Sam--nem que tenha de trazer toda a montanha ás costas, ei de lhe trazer uma recordação.
--Bilbo, Bilbo!--gritou a alta voz, um jovem hobbit, no meio da multidão--um discurso de despedida, então! Mas não com aquele do seu 111º Aniversário. Eu era um miúdo mas ainda me lembro dele. Vá lá Bilbo.
--Está bem, está bem!!--disse Bilbo calmamente--eu farei o tão desejado discurso, mas com uma condição. Quero que este discurso seja escrito manualmente num livro e que seja lembrado por muitos e muitos anos como sendo o meu último discurso. Lá vai...
>>Eu vou a uma festa. Eu vou á festa do dia do Anel. O dia do Anel representa a destruição do Um Anel, do qual eu fui possuidor durante muito tempo sem saber do seu poder. Pensem como seriam as vossas vidas, se o Um Anel passasse para as mãos de Sauron, á 25 anos atrás. Pensem se os vossos filhos estariam vivos a esta altura, se o Um Anel estivesse na possessão de Sauron! Muitas pessoas arriscaram a vida para destruir o Anel, mas houve uma em especial e essa pessoa chama-se Frodo Baggins. Quando estiverem alegremente com a vossa família, sossegados em casa, lembrem-se da pessoa que quase sacrificou a vida em prol das vossas e das de muitas outras pessoas. Lembrem-se de Frodo Baggins.<<
--Se tivesse mais tempo--acabou Bilbo--comporia também uma canção para a ocasião, mas não há tempo a perder, amigos. Vamos Sam, Merry e Pippin,a caminho. Vamos!
****************
--Pouco barulho, Frodo--avisou Gandalf, baixinho--mesmo nos tempos em que estamos, é perigoso fazer muito barulho nos Montes da Torre.
--Conte-me uma história destes montes, Elrond--exclamou Frodo--Eu sei que voçe os conhece bem.
--Bem,--começou Elrond--estes montes já fizeram parte do património élfico. À muitos anos atrás na Segunda Era, haviam aqui quatro grandes torres. EnedGwaith, Lofelt, Claudin e LothLetien eram os seus nomes. Eram torres de vigia, duas delas para os Portos Cinzentos, uma para Farlidon e a outra para o Harlidon, zona de Orcs. Foram utilizadas correctamente durante centenas de anos, até que, no ano 1532 da Terceira Era, Lofelt foi atacada por milhares de orcs de Harlidon e ocupada por eles. Todas as outras foram sucessivamente atacadas até que todas elas fossem ocupadas. As torres estão agora reduzidas a ruínas, e fazem parte da Marca de Rohan. Pensa-se que alguns dos subterrâneos das torres ainda estão ocupados por orcs.
--Foi por isso que te mandei calar, Frodo--exclamou Gandalf--e tenho pena de te revelar que esse facto é verdade. Olhem!
Frodo olhou ligeiramente para trás e viu-os. Eram 7 grandes orcs da raça Kurclad, uma das raças mais temíveis. Estavam todos em pé ao fundo do monte, falando ferozmente uns com os outros no Idioma Comum. Ouviam-se vagamente algumas palavras: -agora...nós...torre este..vamos..cinzento..branco..estranhos..como...vamos...poucos.
Passado algum tempo começaram a falar na sua odiosa língua e não se ouviu mais nada que se percebesse.
--São muitos para nós--opinou Gandalf--ainda por cima, sendo da raça que são. Fujamos!
--Não, esperem!--exclamou Haldir--São Orcs. Temos de os matar. São um perigo para esta zona. Todos nós somos experientes lutadores, e somos seis! Vamos atacar!!
--Discordo completamente--berrou um dos Anões, chamador Cór--Gimli ordenou-nos que não criássemos confusão na viagem.
--E eu ordenei a todos que não fizesse barulho--exclamou Gandalf--e pelos vistos não estão a cumprir essa ordens, anões idiotas. Não sabem que o barulho aqui pode ser mortal. Qualquer barulho que se faça pode atrair um orc e esse orc pode chamar os out...
Nesse exacto momento, ouviram-se vários grunhidos vindos de onde estavam os sete orcs a conversar. Todos os do grupo de Frodo olharam na mesma direcção e repararam que um dos orcs apontava e grunhia para Gandalf. Todos ou outros seis tinham desaparecido.
--Eles sabiam que eu estava cá--exclamou Gandalf, surpreendido--Cinzento...Branco, eram os meus cognomes. Eles estavam a falar de mim.
--Bem agora é tarde para fugir--comentou Elrond--vamos ter de lutar.
--Já que não há outra hipotese--lamentou o outro dos Anões, Nór--vamos lá.
--Haldir, já que és o unico que tens arco--começou Gandalf--posiciona-te ali ao fundo, em cima do monte. Eu e Elrond que temos espadas seremos a fronte do ataque. Cór e Nór ataquem de lado com o auxiliar surpresa. Frodo, podes escolher entre ir com um dos Anões ou ficar com Haldir.
--Eu vou com Haldir--decidiu Frodo.
Todos os seis ocuparam os seus lugares rapidamente e passados alguns minutos, rugidos das profundezas ouviram-se. Tambores tocavam incansavelmete fazendo recordaçoes de Mória, como ela era antigamente, apareceram na cabeça de Frodo e Gandalf. O barulho parou subitamente. Três enormes Orcs sairam das ruinas da torre e Frodo ouviu Haldir a disparar rapidamente trê setas. Todas elas acertaram os alvos e os três orcs tombaram por terra. Os tambores ouviam-se novamente. Dezenas de orcs sairam das cavernas.
--Durin!!!, Durin!!--berrou um dos anões, e Gandalf, Elrond e o outro anão seguiram-no, gritando também os seus berros de combate. A batalha durou uns minutos. A primeira dezena de orcs foi abatida rápida e ferozmente pelas setas de Haldir. Haldir atingira uma precisão quase perfeita no manejamento do arco, enquanto residente na Terra dos Elfos Superiores. Os orcs estavam fortemente armados. Todos eles usavam cota de malha de aço, alguns usavam cimitarras orcs e uns poucos usavam machados de Guerra, uma arma pouco usual nos orcs.
Gandald e Elrond já haviam abatido mais de quinze orcs, mas as criaturas continuavam a sair das ruínas, como formigas a sair dum formigueiro, aos poucos mas rapidamente. Um dos Anões, Cór, era especialmente eficiente na matança dos orcs, e já tinha na sua conta pessoal, mais de 30 cabeças cortadas. Cada vez que matava um, soltava um rugido que, para surpresa dos outros, afugentava os orcs mais próximos de si. O berro de ataque dos orcs era particularemte assustador. "Oriac", era o que cada Orc berrava antes de passar ao ataque.
--Haldir, o que significa "oriac"?--perguntou Frodo--tenho ouvido várias vezes esse berro, de lá de baixo da batalha.
--Significa atacar na hedionda língua dos Orcs--respondeu Haldir--e eu posso dizer que conheço bem demais essa expressão. Nas fronteiras de Lórien é uma palavra odiada e quando a ouvimos sabemos logo que coisa boa não é concerteza.
No preciso momento em que Haldir acabou de falar, ouviu-se um grito forte e horrível, vindo das profundezas das ruinas. O silêncio rondou a zona e todos pararam de lutar, até Haldir. Ouviram-se passos vindos das ruínas. Com o silêncio que reinava era perfeitamente perceptivel perceber que os passos eram lentos, e que "fosse o que fosse que aí vinha, pelo menos não vinha a correr" pensou Frodo, rapidamente. Passados alguns segundo, uma sombra distinguiu-se da escuridão das ruínas. Pelo especto da sombra, a criatura parecia gigantesca. "Será um Troll das cavernas, perguntaram para si próprios, todos conjuntamente.
Finalmente, a figura saiu da escuridão e todos a puderam ver nitidamente, donde quer que estivessem. Mas não era um Troll. E também não era um orc.
Era um feiticeiro.
--Quem são voçes--perguntou--e porque atacam a minha guarda tão impiedosamente. Já sofreu bastantes baixas pelo que vejo.
--Normalmente, os convidados é que se têm que apresentar--opinou Gandalf, com ar maioritário, destacando-se do grupo--mas preciso de uma explicação. E para sua compreensão, digo-lhe que foram os seus orcs que nos atacaram em primeiro lugar.
--Não lhes chame orcs--exclamou o feiticeiro, com ar enfurecido--eles têm nomes. E fui eu que os mandei atacar-vos. Eu sou Radagast, senhor das ruínas da torre de Lofelt.
--Radagast!!??--exclamou Gandalf, com um ar copletamente estupefacto--não me reconheces, velho amigo, comunicador dos pássaros! Sou Gandalf, o Branco. Em tempos fui Cinzento mas agora sou o Branco, líder do Conselho de Feiticeiros. Passei os últimos 25 anos na Terra dos Elfos Superiores, na companhia dos Poderes Superiores.
Agora era Radagast que tinha um ar estupefacto. O bastão dourado que tinha na mão esquerda, escorregou-lhe lentamente da mão, até que embateu estrondosamente no chão duro de pedra.
--Gandalf!??--exclamou Radagast--não pode ser! Não pode ser mesmo! Concerteza que estou a ter visões. Deve ser da idade. Disseram-me que tinhas morrido em Gondor, na Terceira Era. És mesmo tu, ou uma ilusão dos meus velhos olhos?
--Considerando a tua idade, bem podia ser uma ilusão--respondeu Gandalf, com um sorriso nos olhos--mas não. Eu sou Gandalf! Estranho muito em te ver aqui Radagast. E estranho mais ainda em saber como conseguistes domar esta grande quantidade de criaturas.
--Queres respostas, e vais tê-las. Mas entrem, amigos. Explicar-vos-ei tudo lá dentro!
****************
Já haviam passado cinco horas desde que Bilbo, Sam, Merry e Pippin tinham deixado o Shire. Durante os primeiros quilómetros tinham sido impetuosamente seguidos por alguns miúdos do Shire, principalmente pelo mais traquinas, Harding, filho de Samwise Gamgee. Sam tinha-lhe ordenado que ficasse em casa, mas isso, aparentemente , era como falar com uma cenoura. Todos os do grupo encontravam-se no Caminho Verde, logo á saida do Shire. O caminho a percorrer era particularmente fácil. Quando acabassem de percorrer o Caminho Verde, enveredariam pela antiga estrada do Sul, localizada á direita da Dunlândia. No fim da estrada encontrariam a Porta de Mória, local onde já todos tinham passado, excepto Bilbo.
--Acho que conseguimos despistá-los--disse Sam, baixinho aos outros--ainda bem que encontrámos esta saliência. Malvado Harding, a esta hora já desistiu, mas aposto o meu cabelo em como já anda a fazer traquinices por aí.
--Pelo menos já temos algo que contar, quando chegarmos a Mória--disse Merry--contamos que fomos perseguidos implacavelmente por trê gigantes Orcs, enquanto percorríamos o Caminho Verde.
Uma estrondorosa gargalhada invadiu as florestas em redor. Merry não perdera o seu grande sentido de humor durante os últimos anos, que não tinham sido praticamente fáceis.
Depois de pararem de rir, os hobbit voltaram-se para a direcção certa e recomeçaram a andar. Passados 30 km de caminho, estavam quase a chegar ao fim da primeira etapa e daqui a pouco teriam de mudar de direcção e seguir pela antiga estrada do Sul. Mas, de repente, ouviu-se uma voz vinda das árvores.Era uma voz forte mas era, aparentemente, de uma pessoa de idosa, e disse:
--O que fazem aqui, gente pequena? Isto não é sitio para voçes.
Os hobbits estancaram, exactamente onde estavam mas Merry respondeu prontamente:
--"Isto" é o Caminho Verde, e qualquer pessoa o pode utilizar. E quem quer que tu sejas, informamos-te de que, 40 km atrás, é o Shire, terra da gente, a quem tu chamas "pequena". Portanto quem te perguntamos somos nós. Quem és tu?
Merry dissera isto tudo de uma folgada, e o homen, como que assustado, começou a descer lentamente da alta árvore.
Enquanto descia, os hobbits olhavam-no fixamente. Estava todo vestido de verde e tinha uma aparência de elfo. Deixara crescer uma gigantesca barba, o que lhe dava também uma certa aparência de anão, já que não era muito alto.
--Sou Undur, senhor das Florestas de Forlidon--disse o elfo-anão, já no solo--se fossem outras pessoas não vos diria isto. Mas conheço a raça dos halflings e sei que são gente meiga e afável e que não gosta de confusões. Podem todos pensar que não os conheço, mas sei todos os vossos nomes. Sou primo de Elrond e sou mais velho do que voçes possam imaginar. Já passaram tantos anos, que já lhes perdi a conta. E volto-lhes a perguntar, o que fazem aqui? Se me responderem, deixar-vos-ei passar pelo meu território.
Bilbo era o único que olhava fixamente para Undur. Todos os outros pareciam desinteressados e queriam era passar rápido por ali.
--Eu conheço-o--exclamou Bilbo--estarei certo ou errado, em que, estava no conselho de Elrond á uns anos atrás?
--Nesse ponto, está certo, meu caro Bilbo--respondeu Undur--e, salvo erro, os seus três companheiros também lá estavam, clandestinamente devo dizer.
Sam, Merry e Pippin coraram. Lembravam-se agora, quem era Undur. O primo de Elrond tinha permanecido todo o conselho em silêncio, como se desinteressasse totalmente pelo que estava a acontecer. Aparententemente tinha sido convocado apenas por ser primo de Elrond. Undur só se mantinha a corrente das notícias do seu reino e tudo o que estivesse fora dele não lhe interessava. Mas tinha bastante interesse pelo Shire, como se via.
--Pelo que vejo, vêm bastante carregados--exclamou Undur--terei todo o prazer em que descansem um pouco na minha terra. Venham comigo!
Todos os hobbits fizeram com a cabeça sinais de aprovação e seguiram Undur pelo meio da mata. Passados alguns minutos entraram no embrenhado de árvores bastante altas, conhecidas como mallorns. Undur estancou á frente de uma delas, e disse algumas palavras na língua élfica, para a copa da árvore. Uma escada longa e de material fino desceu, prontamente, da mallorn, e todos começaram a subir. Undur ordenou a Merry e a Pippin que subissem primeiro. de seguida subiu Sam e por último Bilbo e Undur. Quando todos já tinham subido e instalado confortavelmente, Undur falou:
--Vá falem-me lá um pouco da vossa terra , o Shire.
De seguida Bilbo começou a a falar e teimava em não parar. Falava dos acontecimentos do Shire, da eleição de Sam como prefeito durante 10 anos consecutivos, da beleza das árvores Shirenses, da grande mallorn no campo da Festa e de várias outras coisas. A maioria das conversas hobbitianas eram bastante chatas para quem não fosse hobbit, mas Undur e ou outros elfos que ali estavam perto, pareciam interessados. Undur estava particularmente interessado na grande mallorn do campo da festa e Sam explicara-lhe que quem lha tinha dado, era Galadriel, enquanto ele estivera em LothLórien, há 25 anos atrás. Os hobbits passaram algum tempo com Undur e os outros elfos, mas depois de algumas alegres conversas, reperaram que o tempo tinha passado depressa e que já estavam a ficar atrasados. Bilbo pediu elegantemente a Undur, se se poderiam ir embora e Undur concordou, mas não antes de os fazer prometer que voltariam para o ver, na viagem de volta.
Os hobbits desceram a árvore e Undur mandou dois dos seus , para os escoltarem á saida. Ainda demorararam 1 hora a saírem da floresta, tal era a sua imensidão de caminhos. Se não fora o conhecimento dos elfos que tinham como guias, tinham ficado presos na floresta para todo o sempre. Depois de alguns zigue-zagues por entre árvores e plantas, acabaram por conseguir sair da imensidão de verde e, com um ar feliz, viram novamente o Sol em todo o seu esplendor.
Uma leve corrente de ar varria as planicies á sua frente. Muito ao longe, já se viam os contrafortes das montanhas, e por baixo estava o objectico da viagem, As Minas De Mória
Os hobbits decidiram não passar por Rivendell, porque esta estava quase vazia, e também porque já estavam bastante atrasados e não queriam perder pitada da festa.
Teriam agora que atravessar o Rio Hoarwell, na parte mais rasa que encontrassem. Nadaram alguns quilómetros para Norte até encontrarem uma parcela transitável, e atravessaram, apesar da dificuldade. Nenhum dos hobbits gostava de água, e quanto mais atravessá-la!
--Àgua..àgua serve para beber e não para atravessar!--dizia Sam--que raio de ideia! Porque não procuramos uma ponte.
--Sam...Sam--resmungou Bilbo--tu não aprendes? A ponte mais próxima daqui é a varios dias! Não podemos perder esse tempo!
--Meu Deus!--disse Sam baixinho, para si mesmo--se o meu velhote visse isto...Eu, Samwise Gamgee a atravessar um rio como um sapo. Assim chegamos a Mória alagados--disse já exasperadamente.
--Cala-te a anda, Sam!!--gritou Merry-- não sejas um empecilho.
Sam baixou a a cabeça e continuou a andar. Percorreram o resto do caminho rapidamente e passadas algumas horas, estavam a cerca de 500 metros das Portas de Mória. Bilbo aproximou-se e gritou - Abram as portas! Chegámos!
Ouviu-se um ranger e as portas abriram, Gimli veio a correr do fundo da sala e aproximou-se dos hobbits.
--Entrem, entrem!! Bem vindos a Mória!
Posted at 03:27 pm by kAmIkAzEr
Friday, September 19, 2003
Corrigi o capítulo I que tinha disponibilizado há alguns dias atrás. Já não há "gaffes" nem erros ortográficos. Espero que se aprecie melhor o texto assim :)
Posted at 11:37 pm by kAmIkAzEr
Wednesday, September 17, 2003
E aqui está o capítulo I do meu livro! Qualquer dúvida, estão á vontade para postar nos comments ou usar o meu mail :) Aqui vai!!
LIVRO VII
Capítulo I
"O Dia do Anel"
Era dia de chuva em Landville.
Era uma chuva levezinha mas que chegava para que o Sol não entrasse pelos buracos feitos para esse resultado.
Os Anões estavam um pouco tristes já que era véspera de "Dia do Anel". Mas os Anões mais velhos continuavam a dizer que os Deuses iriam ajudar para que no dia seguinte houvesse muito Sol a entrar pelos buracos de Mória.
--Vai ser uma grande festa!--dizia Korki, um dos míudos da aldeia.
--Isso é se todos os convidados vierem!--dizia Norki, seu irmão mais velho.
--Espero que Gandalf venha--dizia um outro miúdo da aldeia, conhecido como o Cava-Cava, pela sua grande habilidade em cavar buraquinhos na preda dura das minas.
Gandalf era conhecido na aldeia, como um grande produtor de fogos de artifício. Todos os míudos da aldeia (e alguns adultos) andavam á mais de 3 meses á espera deste grande evento. Alguns dos mais idosos diziam, para quem os quizesse ouvir, que Gandalf se zangara com os Anões e que iria incendiar as minas com o seu fogo de artifício. Mas verdadeiramente ninguém acreditava nisso.
Aparentemente, Gandalf apareceria e faria o mesmo de sempre, um grande e bonito espectáculo de fogo no exterior da montanha. O salão de festas de Landville já tinha sido preparado e decorado convenientemente para a situação(embora os Anões não gostem muito de decorações festivas). Haviam 3 grandes mesas no meio da sala, agora completamente vazias, mas que no dia seguinte estariam a abarrotar de comida. Várias fitas de tecido de várias cores enfeitavam os arcos das portas e paredes. Três anões conseguiriam trepar até ao tecto com a ajuda de escadas e decorar os "buracos de Sol" com várias fitas de cores para surpresa dos mais velhos. Gimli e outros Anões tinham preparado uma grande lista de convidados. Entre eles denotavam-se Aragorn, Gandalf, Legolas, Elrond, Frodo, Bilbo, Sam, Merry, Pippin e Turvist, um feiticeiro, amigo dos Anões. Os convidados eram cerca de de 200 e metade deles já estavam confirmados. Aragorn fora dos primeiros a ser convidado e aceitara logo o convite. Legolas, Bilbo, Sam, Merry e Pippin e Turvist também já estavam confirmados. Os grandes problemas eram Gandalf, Frodo e Elrond. Os três tinham viajado para o Ocidente há uns anos e não se sabia se poderiam voltar.
Arwen não podia abandonar Gondor, porque naquele momento havia muita coisa a fazer na cidade. Aragorn apenas vinha á festa, tendo em conta a sua grande amizade com a maior parte dos convidados.
Desde que o Um Anel fora destruído na lava do Monte da Condenação por Gollum, á 25 anos, acontecera muita coisa.
No Shire, Sam voltara a ser eleito prefeito de Michel-Delving por 10 vezes. Sam, Merry e Pippin tinham tido encontros regulares com os seus antigos companheiros mas estavam desejosos de voltar a ver Frodo e Gandalf. Legolas fora viver com os elfos de LothLórien no ano 3 da 4ºEra e trouxera consigo bastantes elfos da Floresta Tenebrosa para o acompanharem. Ajudara bastante na reconstrução de Lórien e agora era conhecido pelos outros elfos como Legolas, o Constructor. Gimli fora viver para Mória com o seu pai, Glóin. Fazia agora parte do Conselho Anão que era constituído pelos mais importantes anões de Mória : Frór, Grór, Dwalin, Óin, Glóin, Gimli, Frerin, Thorin III, Karin, Turvin e Durin VIII, o Renascido.
Aragorn, Rei de Gondor, passara os últimos meses a dividir terrenos de Mordor pelo seu povo para que se pudessem habitar os antigos terrenos do Senhor das Trevas. No Ano 10 da Quarta Era, iniciara-se, ás portas de Mordor, uma grande torre de vigia chamada de Minas Tinor. Faramir, filho de Denethor II fora destacado para chefe de Minas Tinor, cargo que aceitou imediatamente, pelo seu grande desejo de vingar a morte de seu irmão, Boromir. Turvist, um feiticeiro do Reino perdido de Angmar, travara conhecimento, á muitos anos, com os Anões da montanha Solitária, antes do aparecimento de Smaug e só não ajudara na sua matança, porque estava ocupado com assuntos relacionados com o Santuário de Angmar, um sítio sagrado e venerado pelos feiticeiros de Angmar (os restantes). Participara fortemente na Batalha dos Vencedores, nos Brejos Etten, entre feiticeiros e orcs. Agora as suas grandes guerras eram permanecer acordado nas festas e impedir que os miúdos o enganassem com apostas traiçoeiras. Turvist leva agora uma vida tranquila numa grande casa dos Montes-da-tarde-fosca.
****************
Era meio-dia e o Sol brilhava fortemente dos buracos da montanha. Tinha chegado finalmente o dia da festa para ânimo da maioria dos habitantes de Landville. Uma das mesas da festa já estava a fervilhar com Anões. Muitos esperavam ansiosamente pela chegada de Gandalf, do qual tinham ouvido falar muito, principalmente pela parte de Dwalin, Glóin, Gimli e Óin, seus grandes amigos e companheiros. Alguns dos convidados já haviam chegado, entre eles Legolas, que era um grande amigo de Gimli. Gimli e Legolas tinham começado a sua amizade em LothLórien, residência de Galadriel. Legolas passara os últimos 23 anos em Lórien e Gimli estava desejoso de o ver também para ter notícias de Lórien, tal era o seu amor por aquele belo sítio
--Então Legolas, meu grande amigo!! Como tens passado?--exclamou Gimli, quando o viu--Conta-me notícias tuas e do belo sítio onde vives.
--Gimli, meu companheiro!! Tenho um grande prazer em te rever e em te contar que a reconstrução de LothLórien está quase acabada e que está ainda mais bonita que antigamente--disse Legolas.
--Isso quer dizer que...--disse Gimli, mas Legolas interrompeu-o e acabou a frase--Que a poderás voltar a visitar brevemente, e agora comigo como guia, que a conheço bem.
--Agradeço aos Deuses a tua oferta--exclamou Gimli, e quando tiver tempo e puder deixar Mória, lá irei!!
--Fico muito contente por teres aceite--falou Legolas--, e lá iremos quando houver tempo e oportunidade. Mas apresenta-me aos outros convidados. Vamos.
Gimli e Legolas dirigiram-se até á mesa dos anões e sentaram-se.
Muitos anões olhavam atentamente para Legolas, como se ele fosse um Orc.
Poucos deles sabiam da grande amizade entre Gimli e Legolas, e estavam surpreendidos por um dos Anões do Conselho estar a falar vivamente com um elfo.
--Quem é esse??--exclamou um anão já velhote que estava sentado a uma das pontas da mesa, claramente com um ar ofendido--Que nova ideia é esta de convidar-mos elfos para as nossas festas!?
--Calma Áin, meu velho!--disse Gimli--Este é Legolas, um grande amigo meu, residente em LothLórien, e amigo de todos os anões que o forem para ele.
--Mas mesmo assim não confio nele--continuou Áin--Mas apenas por ser elfo. Nunca ei de gostar deles. Consideram-se melhores que os outros, só por conseguirem trepar às àrvores e não fazer barulho. Isso também eu faço.
Ouviram-se algumas risadas do outro extremo da mesa. Áin era dos mais velhos Anões de Mória e tinha sempre uma grande dificuldade em subir as escadas para sua casa.
--Claro que consegues, Áin--declarou Gimli--Mas mudemos de conversa, que esta já está a ficar um pouco azeda.
Todos os Anões que tinham estado atentos á conversa entre Gimli e Áin, voltaram a conversar uns com os outros e passado um minuto já havia a barulheira habitual das alegres festas dos anões. Entretanto, alguns mensageiros tinham chegado e avisado os do Conselho, que tinham avistado Sam, Merry e Pippin acompanhados de Bilbo. Mas ainda não havia notícias de Frodo, Gandalf e Elrond. Tinham sido enviados mensageiros há varios dias para receberem os três nos Portos. Um deles regressara, a avisar que eles não tinham chegado e que os outros dois anões tinham ficado lá á sua espera. Aragorn era esperado no dia seguinte, já que a festa tinha oito dias, e viria acompanhado com Faramir e com mais alguns Gondolenses importantes.
****************
--Barco á vista!!--gritou Círdan, dirigente dos Portos Cinzentos.
--Vejo uma bandeira--gritou um marinheiro--é branca e tem 3 setas douradas cruzadas entre si.
--É um barco dos Elfos Antigos, usado nas grandes viagens entre lugares.--disse Círdan--Deixa-o passar.
O marinheiro fez sinal ao barco e este entrou na zona dos Portos.
Era um bonito barco. Tinham um casco de uma cor castanho-dourada e as velas reluziam á luz do Sol, tal era o seu estado de limpeza. Quando o barco ancorou nos Portos, sairam dele quatro pessoas: Gandalf, Frodo, Elrond e Haldir, um elfo de LothLórien, guardião da entrada norte.
Dirigiram-se para a casa dos Portos e então Haldir falou:
--Círdan, companheiro--começou Haldir--fala-me de LothLórien que desejo muito saber com está.
--Tenho muita pena, mas não te posso informar a esse respeito--respondeu Círdan--Não posso sair deste posto e não vou lá há muitos anos, mais dos que os que podes contar. Estão ali dois anões á vossa espera que lhe poderão informar sobre LothLórien.
Haldir correu para os anões a uma grande velocidade enquanto todos os outros olhavam para ele.
--Pobre Haldir--disse Círdan--eu sei qual é a sensação de se estar fora do sitio de que se gosta durante muito tempo. Eu próprio estive fora de casa muito tempo durante a 1º Grande Guerra do Anel. Gandalf, onde está o teu usual fogo de artifício?
--Está ali no barco--disse Gandalf--eu vou lá buscá-lo.
Ergueu o bastão na direcção do barco e pronunciou a alto e bom som : "Ahren marell ristul!"
O saco dos fogos de artifício ergueu-se rapidamente e voou na direcção da mão direita de Gandalf.
--Nunca o tinha visto fazer essa, caro Gandalf--comentou Frodo--é alguma nova?
--Tu sabes muito bem que eu não gosto de exibir os meus poderes, mas estou tão feliz por ter voltado que não resisti!--disse Gandalf, com um enorme sorriso a revelar-se na sua enrugada cara--E não, não é nova. Foi-me ensinada por Satrast, o Pequeno, um grande amigo meu.
--Lembro-me bem de Satrast--disse Elrond, que ainda não tinha falado desde a chegada aos Portos--era pequeno, mas forte e poderoso. Ajudou-nos bastante a nós, os Meio-Elfos.
--Elrond, Elrond!.--era Haldir--Os dois anões que ali estão dizem que foi Gimli quem os mandou e dizem também que são os vosso guardas até Mória.
--Como se nós precisássemos de guarda--comentou Frodo--com os tempos que estão agora, se enconrarmos um orc para nos divertirmos, é uma sorte. Os caminhos daqui até ao Shire estão seguros e não haverá problemas.
--Os Anões insistem e nada os demoverá pelo que vi--opinou Haldir.
--Bem, aceitamos a sua ajuda já que o caminho do Shire até Mória é um pouco mais perigoso--disse Gandalf--E serão concerteza uma boa companhia, já que Haldir nos abandonará quando chegarmos ao Shire.
--Bem é melhor pormo-nos a caminho, que temos pouco tempo para chegar á festa--opinou Elrond--e que bem que um divertimento me sabia a esta altura.
--Será que ainda chegamos ao Shire a tempo de ver Sam, Merry e Pippin, Gandalf?--perguntou Frodo.
--Tenho a certeza de que eles adorariam rever-te--respondeu Gandalf--mas acho que já não chegaremos a tempo de os ver. Mas não desesperes,verelos-emos em Mória concerteza, e a Bilbo também!
--Bilbo vai??!--exclamou Frodo, surpreendido--que grande notícia me deste! Mas como soubeste e porque não me disseste antes?
--Tenho mantido comunicações via aérea com a Terra Média, Frodo--respondeu Gandalf--e informaram-me de que Bilbo viria. Tenho tentado manter a surpresa e pelos vistos consegui! Mas Frodo, devias ter calculado que Bilbo não perderia uma oportunidade de te ver.
--Tenho estado tão ocupado a ver a beleza da Terra dos Elos Superiores, que nem pensei nisso--disse Frodo.
--Bem, é melhor pormo-nos a caminho amigos, que já se faz tarde--disse Elrond--e ainda quero passar uma noite nessa bela terra a que voçes, os hobbits, chamam Shire e que de tanto falam.
--A caminho! Vamos, amigos!--disse Gandalf--Círdan, obrigado pela recepção e até á proxima oportunidade!
--Adeus--disse Círdan--venham quando puderem e visitem-me! Até á proxima!
---------------------------------------------------------
Esperem pelo próximo capítulo daqui a alguns dias!
Posted at 10:20 pm by kAmIkAzEr
Tuesday, September 16, 2003
O início de todos os feitos!
Vou dar aqui, neste primeiro post no blog, uma simples explicação sobre a minha obra, para que não haja equívocos em relação aos acontecimentos e ao tempo passado, desde a partida dos Portadores do Anel da Terra Média.
Ora a minha obra, vai contar a história de quase todos os personagens dos livros anteriores mas aproximadamente 25 anos depois do fim da Guerra do Anel. Eu sincronizei-me com a destruição do anel em si, e não com a partida dos Portadores do Anel para o Ocidente. Portanto o meu Ano Um da 4ºEra é o ano seguinte ao ano da destruição do anel. A localização do livro é a mesma, a Terra Média, mas o Oriente da Terra Média, para onde foram Alatar e Pallando, irá também aparecer finalmente na história. Foram criadas novas personagens, e até uma nova raça para preencher o vazio deixado por várias personagens importantes, que ou já estão velhas ou partiram para Ocidente na 4ºEra. A história inicia-se com Frodo e Gandalf em Valinor, e com Sam e os restantes hobbits ainda a viverem no Shire. O conto inicia-se com os preparativos para a muito esperada festa do Dia do Anel, mas que só acaba por acontecer no 3ºCapitulo. Eu decidi inserir na história várias personagens que não tiveram quase, ou mesmo nenhum relevo na trilogia e são elas: Radagast, que terá uma presença muito activa, Alatar e Pallando. A minha paixão por feiticeiros torna-se bastante evidente ao longo do livro, até porque uma das personagens principais dos escritos será um feiticeiro, criado por mim, chamado Turvist. Os filhos das personagens presentes nos anteriores livros do Mestre, também terão uma parte importante no desenvolvimento da história, principalmente os de Sam e de Aragorn. O humor está bastante presente na história e até nas partes mais dramáticas/emocionais eu tento sempre inserir um pouco de humor na cena.
Queria também dizer que esta obra está a ser escrita por puro prazer pessoal e que não tenho nenhuns planos de ganhar dinheiro com ela. O livro não está completamente sincronizado com os livros escritos pelo Mestre, e volto a dizer, foi escrito apenas para meu divertimento. Só á pouco tempo a decidi revelar para o público.
Todas os nomes de personagens, locais e objectos são pertencentes ao seu dono e não quero de maneira nenhuma quebrar nenhuma lei de Copyrigth.
Esperem pelos primeiros três capitulos e vários textos adicionais em breve, aqui no blog!!
Posted at 10:05 pm by kAmIkAzEr
|
|
|